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QUEBRANDO O ARMÁRIO

relatos e processos de autorreconhecimento e aceitação

“Mas você vai vestido assim?”, “Essa roupa é de menino”. “Está parecendo um veado”. “Homem não usa saia”... Estes são alguns comentários dentre os outros que o público LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais ou transgêneros, Queer) se cansa de escutar, quando tenta de alguma forma expressar sua identidade através de elementos que compõem sua vestimenta e vão ao desencontro da habitual norma da sociedade. Somos ensinados a seguir um padrão ditado pela sociedade. O azul é de menino e o rosa é de menina; a boneca é para a menina e o boneco é para o menino. Estas imposições sociais são sempre reforçadas, porem contestadas por grupos e pessoas que se identificam com outros modos de vida. Confira na reportagem "O peso e a leveza de ser". 

relatos 

A DESCOBERTA DE VICTÓRIA

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O SEGREDO DE JÚLIO CESAR ALENCAR

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A DÚVIDA DE LUIZ GUSTAVO

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O ENFRENTAMENTO DE CYBELE

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No candomblé, os orixás abraçam a diversidade
No candomblé, os orixás abraçam a diversidade

Muitas religiões sustentam um conflito quando o tema é a orientação sexual ou ideologia de gênero. Algumas, mais conservadoras, veem como pecado ou questão mal resolvida. Outras, apesar de não aprovarem abertamente, não fazem condenações. Há também aquelas que acolhem todo e qualquer fiel e que preferem entender as pessoas como elas são, sem preconceitos e julgamentos. É o caso do Candomblé, como consideram Adilson Ty Oxossi, Babalorixá (pai de santo), e Cássio Costa, filho de santo e gay assumido.

ESCLARECENDO ALGUMAS DÚVIDAS COM A COORDENADORA DO COLETIVO "SEXUALIDADES NO PLURAL"

COMO ALGUMAS IGREJAS LIDAM COM AS PESSOAS "SEXODIVERSA"?
COMO ALGUMAS IGREJAS LIDAM COM AS PESSOAS "SEXODIVERSA"?

Se aceitar como gay, lésbica ou bissexual, não é uma tarefa fácil para muitas pessoas. Muitas passam por dificuldades neste processo de construção da sua identidade e chegam a pensar em alternativas que possam contribuir na repulsão de suas vontades. Há quem prefira terapias, mas há também quem veja na religião uma porta de saída para fugir desse processo de se autoconhecer. Isso pode se dá em duas circunstâncias: por vontade própria ou pressão familiar.

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